Trago aqui, informações científicas e um pouco da condução do meu trabalho como psicólogo: sabendo-se que segundo diversos estudos da área, saúde mental/psíquica está relacionada com a qualidade de vida que a pessoa possui, se referindo a: ter mais sentimentos “positivos” que “negativos”, utilizar adequadamente seus próprios talentos e habilidades, ter bons relacionamentos interpessoais e no campo da afetividade, estar satisfeito no trabalho, ter laços harmoniosos com a família, sentir-se saudável e seguro, etc. Já o transtorno mental é a manifestação de alguma dificuldade relacionada ao comportamento humano, às vivências sociais, à rotina, às funções cognitivas e psíquicas, etc.
Leia a matéria completa
Ter um transtorno mental, não impede a pessoa de desenvolver saúde mental e logo, ter uma vida boa, agradável e satisfatória; é neste ponto que entra a psicoterapia, procurando acolher o indivíduo com seus possíveis sofrimentos, oferecer uma escuta ativa, abrir espaço para conscientizações pertinentes e relevantes, promover importantes reflexões e oportunidades de mudanças, prestar apoio para vencer juntos estigmas, preconceitos e superar desafios pessoais. Todo o meu trabalho, é pautado em técnicas e embasamento teórico-científico, sob a abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental.
Com o uso do mesmo fundamento, desenvolvo a psicoterapia voltada para as compulsões, incluindo o transtorno de abuso das mais variadas substâncias químicas, em vista que atualmente, vem aparecendo muitos narcóticos, mais potentes que os já existentes e conhecidos anteriormente. Os narcotraficantes têm o intuito de burlar as fiscalizações, que não reconhecem determinados compostos, pois ainda não estão previstos na lista de materiais (entorpecentes, psicotrópicos, precursores e outros) proibidos pela Anvisa.
Os comportamentos compulsivos, como também o alcoolismo, ou o jogo patológico, com o aumento dos jogos de azar eletrônicos (as chamadas bets), tão graves que vem acarretando grande incidência de comportamento de autoextermínio, entre outras compulsões; todas elas estão atribuídas a um fenômeno biopsicossocial: com elemento biológico herdado, fatores sociológicos e culturais, se referindo aos espaços que os sujeitos estão inseridos e consequentemente, pertencendo; existem ainda os fundamentais aspectos psicológicos (que são, por sua vez, minhas áreas de atenção e atuação), tendo o importante papel na causa, no curso e nos resultados de cada transtorno. A frase “uma andorinha sozinha não faz verão”, tem total sentido na missão do psicólogo, que sempre é um coadjuvante que presta apoio com empatia, ao protagonista da história principal, a história da vida da pessoa que busca a terapia.
Importante: este conteúdo é informativo e não substitui avaliação, diagnóstico ou acompanhamento profissional.